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Ao contrário de bacharelados em que ficamos alguns anos aprendendo a teoria para depois exercer determinadas funções, o casamento, matrimônio, simplesmente acontece.Existe sim o "curso de noivos", algumas horas de intensivão mas, no fundo, só aprendemos quando passamos por ele. Ou melhor, pelo "Portal".Temos anos de convívio, amizade, cumplicidade - aprendizados, erros, acertos, lágrimas e sorrisos - mas no fim, chamamos nossos amigos mais próximos, e celebramos diante de Deus a união.Simbólica e literalmente diante de Deus e de todas testemunhas que ali escolhemos estar presentes, deixamos, a partir daquela celebração, de pertencer à família de nossos pais, para iniciarmos uma nova família. A "minha".Entrarei na igreja solteiro e sairei casado.
Uma espécie de "Portal" mágico.No fundo somos a mesma pessoa. Quem entra e quem sai.Pergunto "tudo se resume a festa então?"Mais uma vez, a resposta só aparecerá após passar por isso. Espiritualmente, racionalmente, emocionalmente TUDO acontece. Ao mesmo tempo.Aos que desconhecem as consequências: Sim, EXISTE transformações.Mas essas, em especial a Responsabilidade, acontece implicitamente. A "ficha" não cai. Alias, não cairá tão cedo. Tudo acontece sozinho. O tempo manda.Sempre.Aprendemos e construimos conforme Sua vontade.Sim, ao sair da paróquia, igreja, o ex-noivo já foi "transformado".Complexo? Difícil? Como entender, aprender? Fácil. O mundo animal nos ensina. Simplesmente assim. Sem instruções, manuais ou regras.
Ladrão invade casa, violenta mulher e é morto pelo marido
Um engenheiro de 44 anos matou a coronhadas um criminoso que invadiu sua casa, na noite de sábado (2), na Barra do Ribeiro (RS). Segundo a Brigada Militar (BM), o criminoso, armado de um revólver calibre 38, amarrou o dono da residência e violentou a mulher dele. O engenheiro, no entanto, conseguiu se soltar, entrou no quarto, lutou com o criminoso, tomou sua arma e o matou com coronhadas na cabeça. A Brigada Militar foi chamada pelo próprio casal. Segundo a BM, a arma do criminoso tinha a numeração raspada e foi apreendida.
Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL1433479-5598,00-LADRAO+INVADE+CASA+VIOLENTA+MULHER+E+E+MORTO+PELO+MARIDO+DELA+NO+RS.html
Agora, é claro, aos que conheceram a história do coração.De um origami de uns 8 cm de papel branco com escritos pretos e cinza, hoje ele é sangue, carne, músculos, cumplicidade, história e amor.
Dessa história, gerou-se minha pessoa, (digamos, a parte de dentro do todo), todo meu interior: razão e emoção.(...)"... É este o Mágico de Oz que, usando de bom senso, condecora a cada um deles. O Espantalho recebe um diploma de PHD (em 'Pensamentologia'), o Leão uma medalha por sua coragem, com um conselho: que deixasse de confundir coragem com sabedoria, o que precisava era organizar seus pensamentos. Por fim, ao Homem de Lata, um relógio em formato de coração que faz tic-tac bem alto, com as seguintes palavras do suposto Mágico: 'E lembre-se meu amigo sentimental: Um coração não é julgado por quanto amor ele é capaz de sentir, mas sim por quanto ele é capaz de ser amado pelos outros' ".Obrigado a todos que fazem minha vida ser mágica. Obrigado a todos que fazem meu coração transbordar de amor e orgulho por cada um de vocês existirem e me nortearem, transformando-me no que sou.Não é meramente o que eu sinto e nem por quem eu sinto, mas todos que fazem e me fizeram sentir o que eu sinto. Se hoje sou o que sou, todos contribuiram para ser assim. (digamos, a parte de fora do todo) E,já de certa forma,completo.Obrigado!
Mais um que se foi.A história sendo escrita. Conquistas memoráveis eperdas hiper sofríveis.Mesmo tendo zilhões de ideias e pensamentos, nunca consigo tempo para postar nada, então comecarei aos poucos, pelo menos posto algo.Palavras ao vento. Hoje, no dia de Reis, desmontando a árvore de natal, tiro as bolas coloridas, os enfeites natalinos e me senti como um ladrão de alegria. Levando a alegria do natal embora.
Não! Não sou eu que estou roubando a alegria ou mesmo o Natal, e mais, ele volta!... Não é nem "no ano que vem!" é nesse 2010 mesmo! daqui a 11 meses e tantos dias... jajá estamos lá de novo. Daí já viu. Tempo = reflexão.O que mais ficou em minha mente?
Qual foi o "segundo" que mais me marcou?
Dentre TANTOS!, citarei um:O demorado abraço que dei nos meus pais quando me casei.As frases que finalmente consegui pronunciar, depois de uma vida toda protegido por imensas asas.Os olhares trêmulos e úmidos que nunca havia percebido.Tudo o que foi dito e tudo de implícito nos olhares.Amém.Um ano em algumas letras:No trabalho, o departamento vendo ao vivo a posse de Obama com os comentários do colega David "Vocês estão vendo a história sendo escrita"; Mano Menezes desiquilibra campeonatos com ajuda do "Fenômeno", desclassifica o tricampeão mundial na reta final paulista;Barrichello entra no último suspiro de contratações da F1, pega finalmente um carro bom, uma equipe boa, diferenciações evidentes e mais uma vez, nada de campeonato. Overdose Max BBB9 e Roberto Carlos 50 anos;Terminando o turno na agência, colega Rafa com toda costume sutileza nos informa "Parece que o Michael Jackson bateu as botas";Memoráveis filmes em cinema, entre eles a versao 3D de Era do Gelo 3 e o inigualável UP. Constante superação de saúde de familiares e super heróis.Muitos avanços, muitos sorrisos.Muitos erros servindo como lição para suportar e superar próximas escolhas.Aprendi apostar: "ALL IN"Muitas perdas, lágrimas e despedidas.Saídas. Ausências, principalmente de pessoas
e de palavras,como "desculpe"
ou mesmo..."ok, eu te perdôo".
Acho que muitos já jogaram aqueles jogos simuladores de parque de diversões, zoológico, estação de trem, casas.. Jogava muito há uns 10 anos atrás - acho - o sincity, rollercoaster, zootycoon, e via muitos jogarem o The Sims. Me chamou atenção esses dias sair uma nova atualização para o jogo Sims. (Agora na 3a versão). É muito engraçado avaliarmos nossas vidas como a dos bonequinhos. Tente imaginar "implodir" uma porta, deixando o cômodo sem saída e logo estará de frente a um bonquinho dando voltas em torno de si mesmo procurando uma porta que "era para estar ali". Ou quando o sinal fecha (vermelho) e seu personagem fica inquieto se movendo da direita para esquerda esperando a hora certa em atravessar. Indo mais além, se nós fossemos os peões de alguém (Deus?!) seria curioso observar a hora em que nossa barrinha de "vida" ganha força e se preenche. Sei que nesses jogos citados, podemos controlar a velocidade do tempo, meses e anos. Em tempo acelerado, vemos os bonequinhos correndo, levantando, indo ao banheiro, indo ao trabalho, dai ele volta correndo, toma banho, e vai pro quarto escuro dormir.
Meio louco isso né? Para um ser que ficou mais de 10 horas trabalhando, correndo em circulos num corredor, lendo, digitando, pegando papéis... tem sempre uma hora em que, estando cansado, ele retorna a seu habitat, se prepara apaga a luz e, por mais umas 8 - 9 horas, fica imóvel recebendo uma carga de energia para o dia seguinte. (Ficar na cama e adormecer, a grosso modo é a mesma receita por exemplo da gripe, que em horas imóveis te deixa com maior resistência para ser "curado"). Sim, em imagem hiperacelerada.. é no mínimo interessantíssimo ver o boneco sair de sua morada, se sacrificar e voltar correndo para descansar. Numa espécie de calabouço ou tumba, ele ali se inquieta e adormeçe por horas no escuro. Ô vida estranha. E quem disse que precisa ter sentido? No final das contas, repetimos esse processo umas 30 mil vezes se preocupando com tanta bobagem, que uma hora, a carga vicia e a vida util vai diminuindo, até zerar. Parece simples, mas é essa a idéia. Aproveitarmos cada hora, sorrir e tentar a cada minuto, alcançarmos nossos sonhos, mesmo que por poucos segundos. Senão você já sabe: Game Over.
Após uma longa pausa em razão dos preparativos e do casório propriamente dito, volto a postar algo.Aliás, meus blogs estão mega desatualizados mesmo com bastante coisa para serem postados.Então vamos lá, aos poucos vou atualizando.Bom, ao fazer as arrumações, separar livros que traria à minha morada nova, me deparei com livros de décadas atrás. Leituras que hoje nem são mais consultadas, como por exemplo, manuais e enciclopédias.Será que alguém se lembra dos trabalhos escolares em que tínhamos que ir até a biblioteca, abrir uns quatro volumes imensos da Barsa ou Britânica, deixando a mesa minúscula e sem espaço para copiarmos algum trecho? Que fim terá essas publicações? Nem sebo acho que aceita mais.Isso gerou uma reflexão sobre a evolução de certas coisas. A tecnologia somada a nanotecnologia impulsionou e migrou para os dias atuais. A internet hoje substitui todos os volumes de livros. Seja romances, ficção, didático.. o Google anula esses extensos volumes que obrigatoriamente tínhamos que ter.Livros? Agora pensemos em alarmes (algo que foi obrigado a “acompanhar” a evolução).
No início dos anos 80, quando meu pai tinha um Passat (placa AU3364), o alarme (um pino retrátil que era preciso puxá-lo para armar) ficava escondido embaixo do painel principal. E não era o mais moderno.Hoje, com sensores de movimentos, controles via voz e som e monitoramento via satélite temos uma realidade totalmente oposta.
Ok, nem vou citar que para proteger de gatunos, levávamos nossos "tapes" em gavetinhas. Comum entrar no cinema e ver vários tijolos descansando na escadaria central.Bom, a globalização já nos provou tudo isso e essa reflexão irá custar umas 20 “laudas” para colocar todo contexto bruto. Apenas para finalizar: E o mundo do áudio e vídeo.. nem citarei a evolução do vinil ou das fitas Betamax, mas assim como foi algo que fiquei pensando por um bom tempo, queria que você também pensasse... Ao separar as centenas de fitas VHS e fitas de áudio (hoje, ambas sem propósitos).. Lembra quando esperávamos horas a rádio tocar uma música que queríamos com o dedo no pause do gravador K7?
Após fazer 8 anos de curso de paraquedismo, um rapaz sabia exatamente tudo o que poderia acontecer numa queda livre. Estudou os tópicos mais inusitados, as situações mais raras, pesquisou e coletou dados que poucas academias continham. Enfim, chegou o dia. Ele se vestiu o macacão e se aprontou. Fez o sinal da cruz e esperou o avião decolar. Nos 10 primeiros minutos ele checou a altitude, nuvens, pressão atmosférica, corrente de ar... e eis que na hora que a porta abriu ele travou. Por que? Medo? Insegurança? Excesso de ansiedade? Tilt de adrenalina? Descrença em realizar o sonho? Na prática, algumas coisas não saem como esperado. Esses dias aprendi com uma história que um amigo contou: Após abrir a porta do avião, o paraquedista, (ou um alpinista no cume da montanha...) deve abrir os braços, sentir a leveza da alma, a realização do seu sonho, sua consciencia pra lá de tranquila, seu coração aberto, crer em sua Fé e... Se jogar. A natureza condena qualquer movimento retrátil e, toda vez que por medo ou insegurança você tentar retroceder, ela te penalizará. Sempre. Você nunca voltará a ficar no "ponto em que parou". Seu passo será recuado e você fatalmente irá se ferir com o "antigo" ambiente. O "segredo" é: "Faça sua parte, que Deus fará o resto. (não importa a religião e qual o Deus que você leitor se identifique). Se o que você deseja vai dar certo ou não, é consequência (de Deus). Ele guiará, ira te iluminar e dar rumos. E cabe você, na hora, interpretar que isso é bom, mesmo que no momento você teime em não acreditar. Caso não alcance o objetivo esperado, acredite: Era para ser assim, a razao é que virá coisa melhor depois e, essa não era a hora certa. Tome decisões, siga, avance, progrida, conquiste e vença. Essa é a tarefa que foi dada a nossas vidas. Sempre em frente. "Faça sua parte, que Deus fará a Dele". R.G., obrigado pela lição.
Após a batida de Massa e um documentário exibido pela GNT sobre Ayrton Senna, fiquei pensando sobre os memoráveis domingos em que acordava cedo para ver os Gp´s de Fórmula 1 junto a meu pai. Lembro que desde 82, acompanho os campeonatos automobilísticos. Na época, a revista Quatro Rodas, junto com o suplemento "Grid" encartavam uma tabela para preencher a pontuação de cada piloto. Pintando os quadradinhos de acordo com os capacetes respectivos. De Niki Lauda, Mansell, JJJ Letho, Patrese, Nanini a Prost muitas alegrias matinais em meus domingos. Mas o dia que Senna morreu eu e com certeza você que está lendo, se lembra bem. Tivemos Fittipaldis, Piquet, Moreno, Gulgemin.. mas nenhum piloto era tão exemplar como Senna. Seja no esporte, vida social ou particular, Ayrton sempre foi um exemplo de homem Esforçado, íntegro, competitivo, sério, caridoso.. qualidades inúmeras que segundo meus professores do PioXii, o fizeram alcançar o título de "ídolo". Mito. Herói. Ratzmberger e Barrichelo já tinham se acidentado nos dias anteriores e, por isso, a corrida já estava tensa. Naquela manhã, até Prost o cumprimentou dando as mãos. Diferentemente de qualquer outra prova (e o mesmo confessa que até hoje não se sabe porque foi quebrado o protocolo e costume) lhe desejou "boa sorte". Senna como presságio ficou minutos apoiado no spoiler sem dizer uma palavra. A prova de Imola comecou e para nosso desespero, o tempo de Senna acabou. Lembro como ontem. Galvão Bueno disse "...Senna bateu forte, Senna escapou e bateu muito forte. Ele vinha em primeiro, escapou e bateu muito forte". Eu estava deitado no sofá de casa. Meu pai ao lado. Ambos sem acreditar na seriedade do acidente. Pitoresco lembrar que na noite anterior eu teria recebido minha maior dosagem de álcool no organismo até então graças a várias caipirinhas de limão, no saudoso bar do Cleso do bairro Cambuí. E, no amanhecer desse dia, aquela colisão curou minha ressaca. Acho que a descarga de adrenalina foi tão grande que conforme o tempo passava, e ele não era retirado do carro eu ia ficando mais agitado. E quando vi, já estava "bem". Bem preocupado. Na hora do almoco, Léo Batista de camisa polo preta decretava a morte cerebral num plantão da Globo interrompendo o filme "Enigma da Pirâmide" que a Globo exibia na sessão de domingo antes do Faustão. Horas depois o falecimento de fato. Minha mãe tapou a boca com a palma da mão e meu pai fez "não" balançando o rosto. Dificil explicar mas, pelo que representou, acho que todos brasileiros lembram aonde estavam, o que faziam, se viram ou se foram avisados da trágica notícia sobre aquele "ser" que fazia questão de erguer com orgulho a bandeira nacional assim como ouvir nosso hino.